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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

07/04/2014 14:34

Policial que matou vizinho pode estar no Paraguai; crime tem 2 semanas

Bruno Chaves

O policial civil aposentado Carlos Roberto Cerqueira, 56 anos, que assassinou a tiros o vizinho Rodrigo José Rech, 31, no último dia 24 continua foragido. O crime completa duas semanas nesta segunda-feira (7) e o acusado pode ter procurado refúgio no Paraguai.

Conforme o delegado titular da 2ª DP, Weber Luciano Medeiros, que investia o caso, “ninguém faz ideia de onde ele está”.

“O Carlos pode ter fugido para o Paraguai, para São Paulo, para outros lugares... Pensa no tanto de cidades e estados que ele pode ter procurado”, afirmou.

Weber explica que as investigações sobre o paradeiro de Carlos Roberto continuam. Mas os trabalhos da Polícia Civil ficam difíceis porque a 2ª DP possui apenas três investigadores.

“Temos outros casos para investigar também. Mas temos a certeza de que uma hora ele [Carlos Roberto] cai e será pego”, frisou.

O delegado pede para que informações sobre o possível paradeiro do acusado sejam repassadas ao 190 ou à 2ª Delegacia de Polícia Civil, que fica no Monte Castelo e tem o telefone (67) 3356-5351.

Crime e rixa antiga – Rech foi executado com quatro tiros no último dia 24. Conforme o Corpo de Bombeiros e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), a vítima foi atingida por três disparos na cabeça e um no peito.

Documentos na Polícia Civil informam que a briga entre as duas famílias teve início em 2007 quando um abaixo assinado contra a perturbação do trabalho e do sossego foi apresentado na polícia.

Ao todo, até o dia da morte de Rech, foram 34 boletins de ocorrências registrados. Um acusava o outro de ameaça, dano, perturbação e outros. Em 2007, foram dois registros. Em 2008, apenas um. Em 2009, também só um boletim foi confeccionado.

Já em 2012 foram três registros. Em 2010, esse número subiu para 10. Esse ano, 2014, até o momento da morte, foram 17 boletins de ocorrências: oito registrados em janeiro, quatro em fevereiro e cinco em março.

Acusado – O investigador da Polícia Civil Carlos Roberto foi aposentado em 18 de abril de 2000 por problemas mentais. Ele é vítima de esquizofrenia. A arma que ele utilizou no crime era particular.

Vizinhos relataram que Carlos Roberto tinha problemas com vários moradores do Monte Castelo. Ele era conhecido pelo apelido de Pit Bull por ser ríspido e hostil com todas as pessoas.



Interessante que a policia pede ajuda a população para descobrir o paradeiro do assassino mas não divulga a fotografia dele, então só saberão quem é ele em caso de vê-lo, as pessoas que o conhecem.
 
Antonio Mazeica em 07/04/2014 15:41:20
O mínimo que deve acontecer é prender esse louco, porque nosso amigo não mais teremos entre nós! Tá esquizofrenico para trabalhar, mas para matar tem sanidade??? Ah Vah!!!Justiça Ja!!!
 
Fabiana Gois da Rocha Marinho em 07/04/2014 15:36:21
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