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Campo Grande, Sexta-feira, 22 de Junho de 2018

11/03/2011 21:59

Professores da Capital pedem flexibilização nos horários das aulas do EJA

Ítalo Milhomem

Professores e técnicos da secretaria municipal de Educação se reuniram esta noite para discutir as medidas que podem ser adotadas para não prejudicar os alunos do EJA (Educação de Jovens e Adultos) na Capital com a ampliação da jornada de aula determinada pelo Conselho Nacional de Educação em julho passado.

Segundo Geraldo Alves, presidente da ACP (Associação Campo-Grandense de Professores), foram discutidas propostas que serão levadas a conhecimento da secretaria municipal de Educação na próxima segunda-feira (14).

“Pela secretaria de Educação, as aulas começam às 18 horas e terminam às 22 horas, devido ao aumento da carga horária definida pelo Ministério da Educação. Agora as escolas têm que cumprir essa medida de 2010 que entrou em vigor este ano” explica Geraldo.

O medo dos professores é que os alunos deixem de freqüentar as aulas pela extensa jornada.

“ O temor é que o aluno não fique na sala de aula até às 22 horas e desista de estudar. Eles já têm uma grande jornada de trabalho durante o dia. Os trabalhadores da educação querem que as mudanças sejam debatidas da implantação desta mudanças” argumenta o presidente da ACP.

Para Geraldo, embora essa ordem seja nacional, o debate deve partir de cada município, respeitando a realidade local.

A ACP planeja pedir a ampliação dos debates desta questão antes da implantação destas novas regras e sugerir propostas como ao aumento das aulas planejadas, em que o professor fica até às 22 horas na escola e o aluno pode levar para casa a atividade, não afetando o período que ele permanece dentro da escola.



Se eles se esforçarem um pouquinho pelo estudo ninguem vai sair perdendo, o conhecimento que adquirimos é somente nosso, se os alunos não ficarem na sala de aula e não participarem da aula simplesmente os reprovem, porque quem dá valor no ensino não faz corpo mole. Existem pessoas que nem frequentam as aulas direito e são aprovados sem nem ao menos aprender o que foi passado durante o ano. Não entendo porque pessoas são aprovados se não fazem por merecer isso. Só pra contar como estatística para o governo?
 
CARLA LUCENA em 12/03/2011 10:30:51
É essa a educação de resultados, de estatísticas. Professores formados à distância, em cursos não presenciais e alunos que não podem ser "sacrificados" com 4 horas diárias de estudos. É o sistema...
 
Beatricy Bento em 12/03/2011 01:13:16
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