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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

04/07/2012 20:45

TJ nega liminar a estudante de Engenharia Elétrica presa por tráfico

Nadyenka Castro

Defesa alegou bons antecedentes, primariedade, residência em Campo Grande e constrangimento ilegal. Desembargador manteve prisão

A estudante de Engenharia Elétrica presa por tráfico de drogas desde a semana passada, em Campo Grande, vai continuar na cadeia. O TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou habeas corpus em caráter liminar para ela e para a irmã, Gislaine Ferreira de Souza.

Nos pedidos de habeas corpus, a defesa das jovens alegou bons antecedentes, primariedade, residência no distrito de culpa, ou seja, na Capital, e constrangimento ilegal.

Em sua decisão, o desembargador-relator Dorival Moreira dos Santos, diz: “De uma análise preliminar, não verifico a presença dos requisitos necessários para a concessão da liminar, sendo indispensáveis as informações da autoridade”.

O magistrado continua: “Ressalto que a concessão de liminar em habeas corpus somente é possível nos casos de teratologia, evidente ilegalidade ou abuso de poder, o que não verifico, prima facie, na hipótese”.

Agora, o pedido das irmãs será analisado pelos demais desembargadores da 1ª Câmara Criminal, que podem manter a decisão liminar ou não.

Tráfico - De acordo com informações divulgadas pela Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico), que fez a prisão, os policiais receberam denúncia de que funcionava uma boca de fumo em uma residência do bairro.

Eles passaram a monitorar o local e dois usuários de droga foram abordados após sair da casa com papelote de cocaína.

Em vistoria na residência, foram encontrados cerca de 5 gramas de cocaína em estado bruto, balança e instrumentos para preparar a droga.

Conforme divulgado pela Denar, o entorpecente estava no guarda-roupa da estudante. A irmã, Gislaine, disse aos policiais que a droga era sua, mas tinha deixado com a universitária para vender algumas “paradinhas” a usuários.

Após ser presa, a estudante disse ao Campo Grande News que não vende drogas, mas que “uso maconha às vezes”. Ela contou que a irmã é usuário de entorpecentes e iria se internar.

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