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Interior

Criança é mantida por 4 horas presa, estuprada e queimada com cigarro

Vítima contou à família o que havia acontecido após conseguir voltar para casa e passou por atendimento médico

Por Bruna Marques | 10/09/2026 09:17
Criança é mantida por 4 horas presa, estuprada e queimada com cigarro
Vista aérea de Cassilândia, município onde ocorreu o crime (Foto: Divulgação)

Menina de 11 anos ficou por cerca de quatro horas trancada em um imóvel, onde foi estuprada e queimada com cigarro no pescoço, após ser abordada enquanto voltava para casa, no sábado, no bairro Jardim Campo Grande, em Cassilândia, a 419 quilômetros de Campo Grande. O caso ganhou repercussão nesta quinta-feira.

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Uma menina de 11 anos foi estuprada e queimada com cigarro no pescoço após ser abordada por um homem desconhecido enquanto voltava para casa de bicicleta, no sábado, em Cassilândia. A criança ficou presa por até quatro horas em uma residência. Após ser liberada, relatou o ocorrido à família e foi atendida na Santa Casa local. A Polícia Civil investiga o caso, e o suspeito ainda não foi identificado.

Conforme apurado pelo Campo Grande News, a criança havia saído de bicicleta para brincar na casa de uma colega e deveria retornar até as 20h. Durante o trajeto de volta, ela teria sido derrubada da bicicleta por um homem desconhecido, que teria coberto seu rosto e a levado à força para uma residência próxima.

Segundo o relato, a menina permaneceu no imóvel por aproximadamente três a quatro horas. Durante esse período, o homem teria feito toques em seu corpo sem consentimento, além de beijar e pressionar a boca contra regiões do pescoço e do tórax da vítima.

A criança também relatou ter sofrido uma queimadura provocada por cigarro no pescoço. Após conseguir deixar o imóvel e retornar para casa, contou à família o que havia acontecido.

A menina foi encaminhada à Santa Casa de Misericórdia de Cassilândia, acompanhada pelo responsável legal. Ela passou por exame de corpo de delito, que apontou hematomas no pescoço e no tórax, além de uma queimadura na região cervical.

As roupas usadas pela vítima no momento dos fatos foram preservadas e entregues à Polícia Civil para auxiliar na apuração. O Conselho Tutelar acompanhou o atendimento e os encaminhamentos.

A criança afirmou que não conhecia o homem e não conseguiu visualizar o rosto dele. A investigação busca identificar o responsável e localizar o imóvel onde a menina teria permanecido durante as horas em que foi mantida contra a vontade.

Até o momento, não há informações sobre a identificação do suspeito nem sobre uma eventual prisão.

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