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Campo Grande, Terça-feira, 20 de Agosto de 2019

22/04/2019 13:15

Suspeita de liderar esquema de tráfico, secretária tem habeas corpus negado

Vereadora licenciada em Três Lagoas, Marisa Rocha (PSB) é alvo do Gaeco desde janeiro

Anahi Zurutuza
Da direita para a esquerda, Tatiana e Marisa Rocha (Foto: Facebook/Reprodução)Da direita para a esquerda, Tatiana e Marisa Rocha (Foto: Facebook/Reprodução)

Presa desde o dia 6 de março, quando foi alvo da Operação Themis, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) investiga tráfico de drogas, a secretária da Juventude de Esporte, Juventude e Lazer de Três Lagoas, Marisa Rocha (PSB), teve pedido de liberdade negado pelo TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).

Consta na denúncia que Marisa, vereadora licenciada na cidade a 338 km de Campo Grande, contava com a ajuda da prima Tatiana Barroso Ferreira de Souza Amede, de 39 anos, no esquema.

Nas conversas telefônicas interceptadas pela investigação, Tatiana diz que Marisa é conhecida “defensora de bandidos” e apontam a secretária como a responsável por abastecer o tráfico em Três Lagoas e financiar a compra de armas.

Para o relator do processo, Luiz Gonzaga Mendes Marques, não há que se falar em ausência dos requisitos da prisão cautelar porque há indício suficiente de que a vereadora licenciada é líder da organização criminosa. Desembargadores da 2ª Câmara Criminal seguiram o voto do relator.

Marisa Rocha já tinha sido alvo de mandado de busca e apreensão na primeira fase da Operação Themis, em 14 de janeiro.

Na primeira etapa, decisão do juiz da 2ª Vara Criminal de Três Lagoas, Vinicius Pedrosa Santos, autorizou que residência da vereadora e também um sítio, perto da foz do rio Sucuriu, junto a rio Paraná, fossem vasculhados.

Em 2013, a PM (Polícia Militar) apreendeu 192 quilos de maconha na chácara, cujo destino seria São Paulo.

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