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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

29/02/2008 18:04

Jogatina: Delegado citado em investigações é denunciado

Redação

As ações que a Polícia Federal desenvolveu no ano passado para coibir a máfia da jogatina em Mato Grosso do Sul produziram mais uma ação judicial, dessa vez contra um policial que tinha como tarefa primordial combater o jogo de azar mas segundo as investigações estava dando proteção à atividade ilegal. Foi aberto no dia 9 deste mês processo contra o delegado Marcelo Vargas Lopes que, durante anos, chefiou a Deops (Delegacia de Ordem Pública e Social), justamente a que tem a função de coibir jogos de azar.

A ação derivam das operações deflagradas pela PF no ano passado, que idenficaram cinco quadrilhas especializadas em exploração de caça-níqueis no Estado e já produziram denúncia contra 58 pessoas. O inquérito contra o delegado foi relatado à Justiça Federal,que considerou que ele deveria ser processado na esfera estadual. Apesar de, originalmente, a Polícia Federal ter sugerido que o delegado cometeu o crime de corrupção ativa, a ação foi aberta com outra tipificações.

O caso corre na Primeira Vara Criminal de Campo Grande e consta como jogo de azar, contravenção segundo as leis brasileiras. O acompanhamento on-line aponta que a peça processual está nas mãos do juiz responsável, José Paulo Cinotti, para decidir o que será feito daqui para frente.

Em Três Lagoas, um grupo de sete policiais civis já havia sido denunciado no ano passado.

O Campo Grande News apurou que não foi aceita a denúncia sugerida pela PF porque as provas de corrupção ativa foram consideradas insuficientes pelo Ministério Público Estadual. Elas se baseiam em gravações telefônicas, boa parte delas em código, que sugeriam o recebido de propina pelo policial para fazer vistas grossas à atividade ou mesmo para tirar lucro dela.

Lopes foi citado por parte dos presos por envolvimento na máfia da jogatina. Ao todo, 58 pessoas estão sendo processadas.

As escutas não teriam sido consideradas suficientes para a denúncia por corrupção ativa. Para isso, poderá ser solicitada a quebra de sigilos bancários e fiscal.

Outros processos - Não é a primeira denúncia contra o delegado. Ele é réu em outro processo, junto mais três delegados, sob acusação de não repassar ao caixa do Estado taxas cobradas por registro e porte de armas. O MPE levantou que teriam sido desviados R$ 12 mil.

O policial foi presidente da Associação dos Delegados de Mato Grosso do Sul. Hoje, está afastado das delegacias, trabalhando na assessoria do Departamento de Polícia Civil da Capita.

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