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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

29/01/2016 17:49

Orientações contra o Aedes devem ser incluídas em cultos e missas

Michel Faustino
Governadora em exercício Rose Modesto e o Arcebispo da Arquidiocese de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, durante oficialização da parceria com as entidades religiosas. (Foto: Fernando Antunes)Governadora em exercício Rose Modesto e o Arcebispo da Arquidiocese de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, durante oficialização da parceria com as entidades religiosas. (Foto: Fernando Antunes)
Dom Dimas disse que campanha de orientação será implantada nas missas e nos programas de mídia da igreja católica. (Foto: Fernando Antunes)Dom Dimas disse que campanha de orientação será implantada nas missas e nos programas de mídia da igreja católica. (Foto: Fernando Antunes)

Instituições eclesiásticas de Mato Grosso do Sul devem incluir em suas cerimonias religiosas orientações para o combate do mosquito Aedes aegypti, que transmite doenças graves como a Dengue, a Chikungunya e a Zika, sendo essa última responsável pelo enorme número de casos de microcefalia em recém-nascidos no País. Para isso, as instituições devem receber kits informativos fornecidos pelo Governo do Estado para serem distribuídos nos templos, igrejas e centros religiosos.

Durante reunião com líderes eclesiásticos, de diversas religiões, realizada na tarde desta sexta-feira (29), a governadora em exercício Rose Modesto (PSDB), ressaltou que a parceria é importante uma vez que os templos religiosos são lugares de grande movimentação de pessoas, o que torna a reunião grande instrumento de comunicação e sensibilização no combate ao mosquito.

“Essas comunidades tem uma representatividade de mais de 70% da população do Estado. Outro aspecto é que, nestes locais, as pessoas se reúnes duas ou mais vezes por semana e levar essa orientação será muito importante para vencermos essa guerra contra o mosquito”, disse.

O Arcebispo da Arquidiocese de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, afirmou que essa batalha contra o mosquito deve envolver toda a sociedade, e por isso, a igreja não poderia ficar de fora.

“É muito importante que a gente tenha essa consciência e esse assunto merece um espaço nos nossos encontros. Vamos se mobilizar, mobilizar toda a nossa comunidade para evitar o aumento dessas doenças. E a orientação é muito importante”, comentou.

O presidente do Conselho de Pastores de Campo Grande, Antônio Toneti, reiterou que toda a comunidade evangélica está incumbida nesta “guerra” e, inclusive, paralelamente, campanhas de conscientização já estão sendo feitas dentro das igrejas.

Mato Grosso do Sul registrou, nas três primeiras semanas deste ano, 8.269 casos de suspeita de dengue, as chamadas notificações, o que significa 359,5 a cada dia. Somente entre os dias 17 e 23 deste mês foram 2.133, de acordo com dados divulgados na quarta-feira (27) pela SES.



Precisa colocar ECOPONTOS como em SP, onde já são 90. Precisa fazer campanhas educativas . Precisa incentivar empresas que utilizem os materiais reciclados ( plastico, vidro, metal, papel, papelão, organico ) a se instalarem em Campo Grande criando um POLO e agregando valor a este materiais.
Precisa convidar as pessoas a visitar o lixão para se conscientizar.
Precisa abrir um debate popular
Precisa cuidar para que mafia de qualquer tipo não meta a mão sobre o lixo, pois isso é um grande negócio.
Vejam o exemplo do Hospital São Julião que implantou a coleta seletiva e em um ano já está separando 25% de seus resíduos. Onde há vontade e honestidade, há eficiência!
O que os administradores estão esperando? Que um técnico um dia nos diga que o chorume do lixão contaminou o lençol freático?
 
Bruno Maddalena em 29/01/2016 20:34:08
Tudo bem. Mas quero frizar que se temos tamanha epidemia, é por causa do despejo inapropriado de residuos pelas pessoas, tanto no proprio quintal, como nas ruas.
Porque os governos estadual e municipal não lideram esforços para proporcionar e aumentar o correto destino dos residuos das cidades? Porque em Campo Grande não tem sequer um ECOPONTO onde as pessoas possam levar seus residuos volumosos? Em S. Paolo já são 90, com entrega gratuita de no maximo 1 metro cubico por pessoas/dia. Material separado e encminhado para reciclagem ou aterros. Aqui am campo Grande não tem opão valida de descarte correto de residuos, ou é muito complicado. Vejam o caso do vidro e das lampadas fluorescentes! Sem contar que não tem industrias de processamento, vai tudo para SP! PRECISA INVESTIR MAIS NISSO!
 
Bruno Maddalena em 29/01/2016 20:23:23
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