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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

30/08/2013 11:46

Polícia estica, mas promete concluir "logo" inquérito sobre execução

Graziela Rezende

A Polícia solicitou um novo prazo para finalizar o inquérito que investiga a execução do delegado Paulo Magalhães, 57 anos, morto no dia 25 de junho, em Campo Grande. Porém, conforme o diretor geral da Polícia Civil, Jorge Razanauskas, o prazo de 30 dias não será necessário, já que as averiguações estão na fase “bem avançada” e uma coletiva deverá ocorrer na próxima semana para apresentar o resultado da investigação.

“Estamos na fase de produção de algumas provas e em pouco tempo teremos o resultado das investigações. Durante a tarde, vou ter uma conversa com os delegados responsáveis pela investigação, principalmente para saber das diligências realizadas da tarde de ontem até o momento e, em seguida, possivelmente marcar uma coletiva”, afirma o diretor Razanauskas.

O pedido de extensão do prazo ocorreu há cinco dias, quando venceu a primeira data prevista para o encerramento do inquérito policial. “Também temos o prazo da prisão temporária dos presos, no total de dez dias”, diz o delegado, complementando que os policiais finalizam o conteúdo probatório.

Suspeitos: Até o momento, a Polícia possui três suspeitos, identificado como sendo o guarda municipal José Moreira Freires, possível pistoleiro, Antonio Benites Cristaldo, e Rafael Leonardo dos Santos. Apenas o último continua foragido e os dois primeiros negam participação no crime.

O caso continua sendo investigado por agentes da DEH (Delegacia Especializa em Repressão a Homicídios), da 1ª Delegacia de Polícia e do Garras (Delegacia Especializada em Repressão a Roubos, Assaltos a Bancos e Sequestros).

Crime: Paulo Magalhães foi assassinado no dia 25 de julho deste ano. O delegado aposentado morreu quando buscava a filha na escola, no bairro Jardim dos Estados. Ele foi atingido por cinco dos seis tiros de uma arma de calibre nove milímetros, de uso restrito do Exército.

O assassinato vem causando polêmica e até levou a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) a pedir ao Ministério da Justiça a investigação pela Polícia Federal. A entidade teme que o crime fique impune, como ocorreu com os assassinatos de Edgar Pereira e Eduardo Carvalho.

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quero saber quem mandou matar ,pois quem matou é fácil achar ,eu quero saber quem mandou !! quem será ? eis a questão!!!!!!
 
ronaldo ferreira em 30/08/2013 20:33:48
QUEREMOS SABER QUEM SÃO OS MANDANTES, E QUANDO VÃO PARA CADEIA.
 
claudir p. prado em 30/08/2013 18:37:08
E o mandante da execução que a Polícia - desde o dia do crime - sabe quem é vai continuar impune ??
sds. roberto paulo
 
paulo roberto rossini em 30/08/2013 15:49:17
Estamos na fase de produção de provas..., realmente, os bodes ja estão aí, só falta " produzir as provas"
 
joao de deus em 30/08/2013 14:08:46
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