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De olho na TV

Caminhos e descaminhos do noticiário

Por Reinaldo Rosa | 17/02/2020 09:47

SANDÁLIA DA HUMILDADE – Jornal impresso diário de Campo Grande condicionou-se à realidade dos tempos bicudos da economia. Ex-integrante de grupo de comunicação local o informativo veicula anúncio em emissora de rádio de audiência sofrível. Navegar é preciso.

CONTADOR DE HISTÓRIAS – Além de dois programas dominicais na 104 FM Educativa, Ciro de Oliveira encontra tempo para produzir ‘especiais’ televisivos. Pessoas e fatos que expressam o dia a dia da capital morena –e de MS- têm espaço em produção criada para o programa comandado por Rodrigo Nascimento, na Rede MS.

ALA LAÊ Ê Ê – Em cima da hora emissoras de rádio e retransmissoras de TVs voltam atenção ao carnaval dependente de maior apoio de todos os lados. Governo do Estado anuncia, em páginas garrafais, que turistas conheçam o Mato Grosso do Sul. Pulando o carnaval ou locais para pura meditação.

DEU ÁGUA – A estratégia de possíveis candidatos a cargos eletivos se dar através de locação de espaço em retransmissoras de TVs locais não deu certo para Ricardo Ayache. Táticas de adesão (ou promessa de) a outra sigla companheira frustraram o sonho do ‘apresentador’.

NO PONTO – Arildo Flores, respeitado conhecedor do assunto ‘carnes’, informou ao titular da coluna estar em vias de reabrir tradicional ponto da rua José Antonio. Suas participações na CBN/Campo Grande terão continuidade. Avisa.

SACO CHEIO – O empresário reclama da qualidade de certos programas de TV e ataca os modismos atuais. “Esse monte de camisas pretas e barbudos passou das medidas”, considera.

O QUE É BOM – Remake de "Avenida Brasil", de João Emanuel Carneiro, sucesso arrebatador que fez o país parar na exibição de seu último capítulo repete a receita. No ‘vale a pena ver de novo, da rede Globo, a repetição da tarde tem mais ibope que a atual novela das nove da noite.

SARGENTO GARCIA - Respeitáveis emissoras de rádio –misturadas a outras não tão- reverberam a coluna de Alexandre Garcia em boa parte do país, segundo cálculos do próprio. A intransigente defesa do presidente da república e família joga no ralo princípios de imprensa independente.

SEIS MOSQUETEIROS – O jornalista comentou o jogo da intervenção militar em andamento no gabinete próximo ao presidente Jair Bolsonaro. “Temos agora três mosqueteiros (referindo-se aos generais empossados) ajudando ao Dartanhã” (sic). Deixou de fora três aloprados filhos do chefe da realeza. Magoou.

AUDIÊNCIA ESNOBADA - Pessoas com menos de 30 anos –e ‘plugadas’ o tempo todo- têm preferência por notícias instantâneas. Conquistar este público é desafio diário para emissoras de rádios e TVs locais.