Área pública abandonada preocupa moradores da Vila São Jorge da Lagoa
Terreno em frente às casas também sofre com descarte de entulho e queimadas frequentes
Moradores da Rua Osvaldo Gilho Júnior, na Vila São Jorge da Lagoa, em Campo Grande, enfrentam problemas recorrentes com o abandono de uma área que, segundo os relatos, pertence à Prefeitura e fica em frente às residências. O espaço acumula mato alto, lixo, entulho e móveis descartados irregularmente, além de árvores de grande porte que preocupam a população.
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Moradores da Rua Osvaldo Gilho Junior, na Vila São Jorge da Lagoa, em Campo Grande, denunciam o abandono de uma área atribuída à Prefeitura, onde há mato alto, lixo, entulho, móveis descartados e árvores de grande porte. Segundo relatos, o local é usado para descarte irregular e queimadas, e já teria sido até palco de crime. A comunidade pede limpeza e manutenção, mas a Prefeitura não respondeu até o fechamento da reportagem.
Moradora da região, Elisângela Ferreira Ribeiro, de 47 anos, afirma que a área permanece abandonada e é frequentemente utilizada para o descarte irregular de resíduos.
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“Esse terreno é de uma área da Prefeitura e ele vive abandonado. Jogam lixo. Tem árvores lá que estão mais de eucalipto, com uma altura perigosa lá, e vivem tacando fogo, lixo, entulho. Já descartaram até corpo lá”, relatou.
Segundo Elisângela, a situação preocupa principalmente os moradores que vivem em frente à área.
Outra moradora da região relatou que o problema é recorrente. Ela afirma que pedidos para que a área seja limpa já foram feitos diversas vezes à Prefeitura, mas a manutenção ocorre de forma esporádica. Quando o local é limpo, segundo ela, pouco tempo depois volta a ser utilizado como ponto de descarte irregular de materiais.
A principal preocupação da comunidade envolve o abandono do espaço, o descarte irregular de resíduos, as queimadas e a altura das árvores, que podem representar risco para as casas próximas.
A moradora também relata que o espaço já foi utilizado para o descarte de animais mortos. “Até corpo de animal já descartaram lá”, disse.
O Campo Grande News entrou em contato com a Prefeitura para confirmar se a área é de responsabilidade do município e saber quais providências poderão ser adotadas para a limpeza, manutenção do terreno e avaliação das árvores. Até o fechamento desta matéria, não houve retorno.

