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15/08/2015 07:00

25 de agosto pode entrar para a história política da Capital

Edivaldo Bitencourt

Inferno astral – O julgamento do recurso dos vereadores de oposição para anular o decreto da cassação do prefeito Alcides Bernal (PP) foi marcado pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. A decisão está prevista para terça-feira, 25 de agosto, véspera do aniversário de Campo Grande.

Dia decisivo - A terça-feira promete ser um dia tenso e decisivo no futuro político da Capital. A Câmara Municipal deve decidir neste dia sobre o afastamento do prefeito Gilmar Olarte (PP) do cargo. O pedido foi protocolado pela oposição com base na decisão do TJMS, que aceitou denúncia por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Esperança – Com maioria folgada no legislativo, já que conta com o apoio de 18 dos 29 vereadores, Olarte está confiante que continua no cargo. Os vereadores devem votar o afastamento no período da manhã.

Alma lavada – Já Alcides Bernal sente-se de alma lavada com a abertura da Comissão Processante contra o sucessor. No entanto, os aliados do ex-prefeito espalham que ele poderá voltar ao cargo na véspera do feriado municipal.

Da África – Durante inauguração da Usina de Tratamento de Resíduos Sólidos, ontem, o cerimonial da prefeitura anunciou Sieho Dube como representante do consulado do país africano. Ele teria vindo conhecer o projeto para levá-lo além do Oceano Atlântico.

Quase brasileiro – No entanto, apesar de ser autoridade e falar o português fluentemente, Sieho não usou a palavra durante a inauguração da UTR pelo prefeito Gilmar Olarte. Após o evento, ele admitiu que é marido da cônsul em São Paulo.

Silêncio – O prefeito da Capital evitou falar sobre outro tema que não fosse a coleta de lixo. Durante evento no lixão, ele só falou sobre a inauguração da UTR. No entanto, não tinha os dados sobre a quantidade de lixo a ser reciclada. “É bastante”, resumiu-se a detalhar Olarte.

Grupo fiel - Durante o evento no aterro sanitário, um grupo de moradores foi manifestar apoio ao prefeito da Capital. A cada elogio ou discurso favorável, eles batiam palmas e gritavam: "é isso ae, meu prefeito". Atento observador notou que o grupo também esteve na Câmara Municipal, para protestar contra a abertura da Comissão Processante, na quinta-feira (13). 

Corrupção – Os movimentos contra a corrupção no País não cogitavam, pelo menos até ontem, incluir a corrupção em Mato Grosso do Sul nos protestos deste domingo. Segundo release do grupo, a manifestação na Praça do Rádio é contra a corrupção no País e pela saída da presidente Dilma Rousseff (PT).

Sem caminhada – A principal novidade da manifestação é a exclusão de caminhadas. Nos protestos de 2013 e deste ano, os manifestantes invadiram a Avenida Afonso Pena e chegaram a ocupar uma extensão entre a Praça do Rádio e o Parque das Nações. Desta vez, o grupo deve ficar longe da Prefeitura de Campo Grande e da Câmara Municipal.

(colaborou Antonio Marques e Leonardo Rocha)

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