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02/06/2017 06:00

Vereadores não querem culpa por taxa retroativa de luz

Waldemar Gonçalves

Sem culpaVereadores da Câmara Municipal de Campo Grande foram mais enfáticos em suas defesas sobre a responsabilidade que têm na cobrança retroativa da Cosip (Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação Pública) nas contas de luz dos moradores da Capital. Na sessão de ontem, o tom foi de tentar a responsabilizar o Executivo pela taxa.

Escolha – Para os legisladores municipais, mesmo com o prefeito, Marquinhos Trad (PSD), dizendo que por ele não haveria cobrança, mas se trata de determinação da Justiça, o chefe do município não tem se esforçado para tentar reverter a situação. Enquanto isso, a Câmara deve entrar com recurso para evitar que os consumidores paguem a conta.

Poderes – Outra estratégia foi dividir a responsabilidade com os outros poderes. Vereadores alegam que aprovaram a lei que suspendeu a Cosip por seis meses, mas a Justiça não atendeu o primeiro pedido do ex-prefeito Alcides Bernal (PP) para derrubar a promulgação da legislação, vindo a mudar de ideia somente neste ano. Indício de que não estavam errados.

Contramão – Na contramão de uma discussão que já ganha ares de tema nacional, o parlamento de Campo Grande aprovou moção de congratulação ao procurador de Justiça Sérgio Harfouche. Enquanto isso acontecia, a Assembleia Legislativa recuava na votação de projeto que leva o nome dele.

Pontuais – A homenagem é devido aos trabalhos que realiza há 10 anos como palestrante de questões como combate à violência e uso de drogas. Mas não por polêmicas “pontuais”, segundo os parlamentares.

Todos iguais – Questionado sobre a possibilidade de mudar o nome do Arraial de Santo Antônio para Arraial de Campo Grande, o prefeito afirmou que não tem problema com religiões. Deus ama a todos, cristãos e ateus, lembra. "Se ele não diferencia, quem sou eu?", disse ele ontem.

Destruída – Ao falar da festa junina, ontem pela manhã, Marquinhos disse que vai fazer a Cidade do Natal este ano, mas que o local está destruído. Aproveitou para dizer que o evento também terá Campo Grande no nome.

Projetos – Mesmo ainda estando no mês de junho, Marquinhos afirmou que a primeira-dama, Tatiana, e a vice-prefeita, Adriane Lopes, já estão cuidando do projeto para a realização da Cidade do Natal, junto com a equipe de projetos da Prefeitura.

Transparência – O prefeito adiantou que assim como na festa junina, as barracas da Cidade do Natal serão distribuídas por meio de edital e com transparência pública. " Diferente de gestões anteriores, que colocavam para benefício deles próprios, vamos colocar entidades", afirmou.

Campo Grande no nome – Assim como a Arraial de Santo Antônio que ganhou 'de Campo Grande' no nome, o chefe do executivo disse que a Cidade do Natal e demais festas promovidas pela Prefeitura terão o nome da cidade. "É preciso exaltar o nome da nossa cidade. Tem a Cidade do Natal, mas vamos colocar Cidade do Natal de Campo Grande".

(com Leonardo Rocha, Richelieu de Carlo e Yarima Mecchi)

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