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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

13/10/2015 13:11

Deputados aprovam inclusão de MS ao Consórcio do Brasil Central

Leonardo Rocha
Deputados aprovam adesão de MS ao Consórcio Interestadual dos estados do Brasil Central (Foto: Victor Chileno/ALMS)Deputados aprovam adesão de MS ao Consórcio Interestadual dos estados do Brasil Central (Foto: Victor Chileno/ALMS)

Os deputados aprovaram, em primeira votação, a adesão de Mato Grosso do Sul ao Consórcio Interestadual do Brasil Central. Cada estado integrante desta unidade terá que destinar R$ 1,9 milhão, para financiar práticas e projetos voltados ao desenvolvimento da região.

O Brasil Central é formado pelos estados do Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Rondônia e Tocantins. Eles se reuniram para promover pautas em comum no setor comercial e ter mais força na hora de negociar e articular com o governo federal. Este Consórcio terá o papel de fomentar estas políticas públicas.

A maioria dos estados já tinha votado nos legislativos esta adesão, restando apenas Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. O presidente da Assembleia, o deputado Junior Mochi (PMDB), havia garantido aos integrantes do bloco, que votaria a proposta na semana passada, no entanto como não houve acordo entre os partidos, só foi apreciado nesta terça-feira (13).

O projeto segue agora para as comissões de mérito, para depois ser levada ao plenário, em segunda votação. As prioridades do Consórcio são nas áreas de desenvolvimento econômico, social, agropecuária, infraestrutura e logística, industrial, educação, empreendedorismo, inovação e meio ambiente.

Outro – Os deputados também aprovaram, em segunda votação, o projeto de José Carlos Barbosa (PSB) que obriga os postos de combustível a informar ao consumidor se a gasolina comercializada é formulada ou refinada.

De acordo com ele, a venda hoje é feita apenas como gasolina comum, que na maioria das vezes é formulada, mas esta não tem a mesma qualidade da refinada, pois possui solventes adicionados e rende 15% a menos do que a segunda. A proposta segue agora para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).



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