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Campo Grande, Terça-feira, 15 de Outubro de 2019

06/06/2019 11:15

Governo não descarta vender MS Gás e fazer concessões para apoio federal

Reinaldo voltou a falar sobre a adesão ao Plano Mansueto e a exigência do governo federal para liberar recursos

Anahi Zurutuza e Leonardo Rocha
Governador discursando em evento na Famasul na manhã desta quinta-feira (Foto: Marina Pacheco)Governador discursando em evento na Famasul na manhã desta quinta-feira (Foto: Marina Pacheco)

Projetos para privatiza a MS-306 e a MS Gás, além de PPPs (Parcerias Público-Privadas) para investimentos no saneamento básico e da construção das chamadas infoviais digitais em Mato Grosso do Sul estão entre as condições para que o Estado consiga o socorro financeiro proposto pelo governo federal, batizado de Plano Mansueto.

O governo ainda nem decidiu se vai aderir à linha de financiamento, mas segundo o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) caso a decisão seja receber os recursos, o Estado já tem quantidade de “programas de concessão e de PPPs” suficientes para atender a exigência da União.

O chefe do Executivo estadual disse que a concessão da MS Gás ainda depende de estudo que está sendo elaborado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), mas afirma que também pode ser firmadas parcerias com a iniciativa privada para investimentos no setor, caso a privatização não seja viável.

O governador descartou, porém, a possibilidade de vender a Sanesul (Empresa de Saneamento Básico de Mato Grosso do Sul).

Reinaldo lembrou ainda do projeto infovias digitais, que prevê parceria com a iniciativa privada para levar fibra ótica e internet para os 79 municípios do Estado.

Plano Mansueto – O chefe do Executivo estadual já havia dito que só vai decidir se recorrerão Plano Mansueto na próxima semana depois de reunião com técnicos do governo que estão analisando os prós e contras de contrair o financiamento proposto pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL).

O programa de socorro do governo federal aos estados prevê liberação de até R$ 10 bilhões por ano, por um intervalo de quatro anos.

A contrapartida dos Estados é fazer privatizações como forma também de levantar recursos para pagar a contas, inclusive o financiamento.

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