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Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

15/03/2017 12:57

Longe de casa, deputado diz que protesto é "covarde" e "desrespeitoso"

Carlos Marun (PMDB-MS) é presidente da Comissão Especial que analisa a proposta de reforma na Previdência Social na Câmara dos Deputados

Richelieu de Carlo
Deputado federal, Carlos Marun, durante audiência pública na Câmara dos Deputados. (Lucio Bernardo Junior / Agência Câmara)Deputado federal, Carlos Marun, durante audiência pública na Câmara dos Deputados. (Lucio Bernardo Junior / Agência Câmara)

O deputado federal Carlos Marun (PMDB-MS) chamou de “desrespeitosa” e “covarde” a forma como transcorrem as manifestações contra a reforma da previdência em Campo Grande, que começaram no Centro e, até este início de tarde, estava na porta do condomínio de luxo onde mora o parlamentar, na Capital. Dezenas de pessoas estão acampadas, em frente ao Damha, sem previsão de deixar o local. Enquanto ele está em Brasília (DF).

“Eu lamento pela forma desrespeitosa e covarde que essa manifestação se processa. Eles apenas estão levando constrangimentos a minha família, meu filho, e meus vizinhos”, diz Marun. “Antes, eu até tinha algum respeito pela manifestação, agora não tenho mais”.

Presidente da Comissão Especial que analisa a proposta de reforma na Previdência Social na Câmara dos Deputados, Carlos Marun, defende que os protestos realizados hoje só trazem transtornos à população e não vai mudar a forma como os parlamentares da casa pensam.

“Nós temos permitido um debate amplo e democrático a respeito da reforma, e agora eles submetem minha família a esse constrangimento. Isso não vai mudar a minha forma de pensar e como os deputados pensam. A reforma da previdência é necessária”, defende o deputado federal.

Marun considera “ínfima” a quantidade de manifestantes que foram às ruas tanto em Campo Grande, quanto na Capital federal. E que os trabalhos sobre a proposta no Congresso seguem normalmente. “Vamos seguir em frente e torcer que haja juízo na cabeça dos manifestantes”, conclui.

Mais gente começou a chegar no fim da manhã, após fim de protesto na região central de Campo Grande, à porta do condomínio de Marun (Foto: André Bittar)Mais gente começou a chegar no fim da manhã, após fim de protesto na região central de Campo Grande, à porta do condomínio de Marun (Foto: André Bittar)

Manifestação - Com expectativa de chegar a cinco mil pessoas até o fim do dia, manifestantes estão reunidos em frente à praça do Residencial Damha. Por volta das 11h20, quatro ônibus chegaram com dezenas de pessoas. Carros de som também manobram na área. E cada vez chegam mais pessoas. 

O sindicalista Vitor Eduardo César Rojas, 55, diz que vai protestar até a pauta da reforma previdenciária cair. "Queremos que esse absurdo contra os trabalhadores não seja aprovado. Os sindicatos lutaram por anos e isso tudo não vai ser em vão", afirma.

Conforme o presidente da ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), Lucílio de Souza Lopes, os manifestantes terão barracas, comida e no fim da tarde, terá apresentação cultural de artistas regionais. "Vamos ficar por tempo indeterminado".



Caríssimo, não sou do meio politico e nem quero fazer parte desse meio, mas tenho consciência em quem votei. O Deputado não caiu de paraquedas no congresso, ele foi eleito pelos sul-mato-grossenses. O meu questionamento é o porque de se fazer piquete na frente do condômino? O que os outros moradores tem com isso? Você acredita mesmo que isso terá alguma repercussão em Brasília? Se acredita você é muito ingenuo e se não acredita por que apoia tal atitude? Já disse que não sou contra protesto algum e sim contra a forma que se esta protestando, prejudicando outras pessoas e com um resultado pratico igual a zero ou seja perde de tempo. Temos que lutar por uma regra de transição de uma lei para outra. Isso sim é o importante. Seja Feliz Irmão
 
Alex André de Souza em 16/03/2017 11:30:43
Hora e lugar para se manifestar contra esta arbitrariedade que estão querendo fazer com nossos direitos, caro colega com certeza você deve ser do meio politico para estar falando uma merda desta.
 
Mario Tulio Violante em 15/03/2017 16:09:36
covarde e vergonhosa é a postura desse cidadao que deveria representar e defender os interesses daqueles que o elegeram, mas ele, ao contrario disso só apóia e defende vagabundos como o Eduardo Cunha, o sr. é uma vergonha para o estado de Mato Grosso do Sul dep Marun, volta do RS lugar de onde o sr jamais deveria ter saído, o sr nos envergonha e nos enoja com esse comportamento, se o povo do meu amado estado tiver ao menos um pingo de vergonha na cara, sr jamais terá um voto sequer aqui nessa terra linda
 
Edinaldo Meneses em 15/03/2017 15:51:20
Creio que todo tipo de manifestação seja valida, mas acredito que exista hora e lugar para isso. Se eu for me manifestar CONTRA os professores, por exemplo, terei de fazê-lo em uma escola e não na frente da casa do professor. Ademais, se esta certo ou errado não será através de manifestação, de fechar o trânsito e cercear a liberdade de ir e vir de outras pessoas que o projeto deixará de ser votado. É fato que a previdência vai quebrar se mantida como esta mas isso não justifica essa manifestação. Creio que o melhor seria uma manifestação por uma regra de transição mais justa.
 
Alex André de Souza em 15/03/2017 15:35:52
E quem precisa do respeito de um político que é um dos maiores apoiadores de merda de reforma....E quem respeita o nobre deputado eu não.....pra mim sempre foi um apagado.
 
Marcelo De Assis Rodrigues em 15/03/2017 15:31:47
Creio que todo tipo de manifestação seja valida, mas acredito que exista hora e lugar para isso. Se eu for me manifestar CONTRA os professores, por exemplo, terei de fazê-lo em uma escola e não na frente da casa do professor. Ademais, se esta certo ou errado não será através de manifestação, de fechar o trânsito e cercear a liberdade de ir e vir de outras pessoas que o projeto deixará de ser votado. É fato que a previdência vai quebrar se mantida como esta mas isso não justifica essa manifestação. Creio que o melhor seria uma manifestação por uma regra de transição mais justa.
 
Alex André de Souza em 15/03/2017 14:49:53
O Trabalhador deve aceitar a legalização da escravidão sorrindo e calado, e sem incomodar ninguém. Isso que é o desejo do Nobre Deputado!!!
 
Estela CFranco em 15/03/2017 14:07:33
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