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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

22/03/2015 17:11

Vereador quer criar comissão na Câmara para participar de CPI da Enersul

Leonardo Rocha
Vereador quer criar comissão na Câmara para participar de CPI da Enersul, na Assembleia Legislativa (Foto: Assessoria/CMCG)Vereador quer criar comissão na Câmara para participar de CPI da Enersul, na Assembleia Legislativa (Foto: Assessoria/CMCG)

O vereador Chiquinho Telles (PSD) solicitou aos colegas que fosse criada uma comissão na Câmara Municipal, para participar dos trabalhos da nova CPI da Enersul, na Assembleia Legislativa, que vai investigar o desvio de R$ 700 milhões da instituição, do período de 2002 a 2012. De acordo com o parlamentar, os vereadores precisam acompanhar os trabalhos, devido a importância da questão.

“O assunto é de extrema importância, visto que os consumidores da Capital também foram lesados e os problemas apontados são graves, segundo as informações há suspeitas que houve favorecimento de pessoas em detrimento do cidadão”, ressaltou o vereador.

Ele pretende solicitar junto ao deputado Marquinhos Trad (PMDB), que requisitou a criação da CPI na Assembleia, que seja feita a inserção de uma comissão do legislativo municipal, tendo além de sua participação, mais a dos vereadores Eduardo Romero (PT do B) e Thais Helena (PT).

Investigação – Com a adesão da maioria dos deputados do legislativo, resta apena a oficialização e publicação da comissão parlamentar, que deve ocorrer nesta semana, já com a indicação pelos partidos e bloco dos cinco inetgrantes que vão conduzir o trabalho.

O deputado Marquinhos Trad (PMDB) ressaltou que entre as prioridades está a descoberta dos 33 nomes que faziam parte da “Folha Confidencial”, recebendo recursos por mês da Enersul, sem que houvesse qualquer justificativa ou vínculo funcional.

Além desta lista, ainda aparecem na auditoria gratificações pagas de R$ 2,5 milhões sem qualquer justificativa, falta de registro contábil em programa federal, no valor de R$ 200 milhões e contratação de empresas terceirizadas, que eram de pessoas ligadas a direção do grupo Rede, definidas pela apuração como contratações com evidencias de fraude.



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