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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

08/09/2014 13:14

MS colhe 8,3 milhões de toneladas de milho e é o 3° maior produtor do país

Priscilla Peres
Colheita do milho safrinha terminou recentemente. (Foto: Campo Grande News/Arquivo)Colheita do milho safrinha terminou recentemente. (Foto: Campo Grande News/Arquivo)

Mato Grosso do Sul colheu 8,3 milhões de toneladas de milho safrinha 2013/14, o resultado é 12% a mais do que a projeção inicial, segundo informações divulgadas hoje pela Aprosoja/MS (Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso do Sul). O Estado ocupa a terceira posição no ranking de produção do país.

Conforme levantamento da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), Mato Grosso continua em primeira posição em produtividade, com a safra de milho que soma 16,7 milhões de toneladas e o Paraná em segundo, com 10,2 milhões de toneladas.

A área destinada a cultura de inverno cresceu, passando da expectativa inicial de 1,5 milhão de hectares, para 1,6 milhão de hectares. Os municípios de Maracaju e Sidrolândia são os que mais destinaram área à safrinha 2013/14, já Dourados e Ponta Porã ficam em terceiro e quarto colocados, respectivamente.

Ainda de acordo com o levantamento de dados realizado em 29 municípios pelo Siga (Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio), Maracaju também teve a maior produtividade do Estado, com 1,2 milhão de toneladas, seguido por Sidrolândia com 809 mil toneladas, Ponta Porã 693 mil toneladas e Dourados, em quarto no ranking, com 691 mil toneladas.

Para a Aprosoja/MS a produção teve reflexos das altas produtividades, que ficou com média ponderada de 85,68 sacas por hectare, elevada por municípios como Alcinópolis, Coxim, Nova Alvorada do Sul e Pedro Gomes que tiveram produtividades acima de 92 sacas por hectare.

Segundo o presidente da Aprosoja/MS, Mauricio Saito, o sucesso na produção se deve à capacidade do agricultor e ao clima favorável. “Os produtores rurais de Mato Grosso do Sul têm habilidade para tornar situações que não os privilegiam, em produtividade. Estrategicamente não empregaram tecnologia de ponta devido à projeção de preços do milho na época da aquisição dos insumos. Apesar disso, o clima foi peça fundamental que manteve a sequência de recordes na produção agrícola do Estado”, afirmou Saito.



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