A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

06/07/2013 15:11

Bar precisa acionar a Justiça para ter o direito de tocar música ao vivo

Evelyn Souza e Paula Maciulevicius
Hoje teve som na Madah, mas por conta de liminar.Hoje teve som na Madah, mas por conta de liminar.

O Bar da Madah conseguiu na Justiça o direito de realizar apresentações de músicas ao vivo durante a tradicional feijoada, realizada todos os sábados, na Vila Carvalho em Campo Grande.

As apresentações estavam proibidas desde a semana passada pela Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano). O motivo alegado pela secretaria foi poluição sonora.

Por conta da decisão, no último sábado(29), o estabelecimento só forneceu almoço.

Hoje pela manhã, a Justiça concedeu liminar a favor do bar. “Entramos com mandado de Segurança nessa sexta-feira. A decisão saiu hoje e a Justiça foi bem criteriosa”, diz o advogado dos proprietários, Alfredo Gomes.

Segundo ele, a Semadur alega que os decibéis estão à cima do permitido e causam poluição sonora.

“Eles querem tirar um atrativo que existe há mais de dez anos. É um ponto tradicional, de cultura”, diz.

O funcionário público, Edson Bolan dos Santos, de 37 anos, disse que estava hoje no bar porque gosta do estilo das músicas. “Essa proibição não pode acontecer. Vim ouvir músicas de MPB, é difícil achar lugares como esse. Eles precisam entender que a população precisa de cultura”, defende.

 



O Bar e Restaurante Madah agradece aos comentários carinhosos e nem tão carinhosos assim, todos são importantes, acreditem.
Procuraremos aprender com as críticas e sorrir com os elogios!!!!!

Um gde abraço,

Renata Christóforo (Proprietária do Bar e Restaurante Madah).
 
Renata Christóforo em 08/07/2013 08:54:22
A Prefeitura deveria é incentivar, fazer constar do seu calendário cultural, promover a boa música em muitos outros pontos da cidade, etc. Proibição absurda.
Com a palavra o Secretário de Cultura.
 
Frederico Valente em 07/07/2013 18:56:33
. José Alves vc não é obrigado ir onde vc não se sente bem. Então deixe as pessoas que gostam se divertir.
 
santos filho em 07/07/2013 15:32:52

A Semadur e o Ministério Público Ambiental de Campo Grande através de uma política reacionária, caótica, sectária e covarde estão criminalizando, em nome da lei de silêncio, a música tocada nos barzinhos de Campo Grande, exigindo uma série de requisitos ambientais incompatíveis financeiramente e impedindo a música na cidade. Eles praticam a ecologia de gaveta, pois nossos córregos estão morrendo, mas preferem inquietar quem está trabalhando e gerando renda em todo esse segmento. Se a música feita nos bares é crime, crime maior é impedi-la. Campo Grande não tem mar, praia, etc e maior lazer é a música nos bares. Na Madah eles foram intolerantes ao extremos ao tentar proibir a música sem ao menos medir a sonoridade.
 
Raimundo Edmário Guimarães Galvão em 07/07/2013 13:53:41
Na condição de musico regional desse Estado, membro fundador do GRUPO ACABA, por também ter feito parte da equipe de profissionais que toca nesse espaço, afirmo o seguinte; essa implicância com relação a intensidade do som gerado aos sábados nos horários de 12 h as 20:30 h, não incomoda ninguém, por que nós profissionais somos sensíveis o bastante quando estamos exercendo a nossa tarefa, nos policiamos, nos preocupamos com nossos ouvintes e admiradores, portanto, não procede, não tem cabimento um impedimento dessa natureza naquele espaço, naquele ambiente onde a musica é o principal atrativo nos dias de sábado, claro, agregado a melhor feijoada da cidade. Deixo aqui meu depoimento e sugiro a quem de direito que ali seja tombado como um patrimônio de nossa Cultura ! A melhor musica daqui !
 
vandir nunes barreto em 07/07/2013 00:55:05
Preocupa o uso dos termos "cultura" e "tradição", comumente empregadas pelos leigos, em defesa de uma contravenção. Logo o farão para defender crimes, pois era parte da cultura o homem mandar em casa e bater na mulher e nos filhos. Sempre foi tradição lavar a honra com sangue, mesmo nas discussões mais banais.

Escravidão, homofobia, intolerância religiosa, racismo, já foram, em algum momento, parte da cultura e da tradição também.

Assim, não é porque um comportamento errado faz parte da "cultura e da tradição", que deve ser mantido.
 
Guilherme Arakaki em 06/07/2013 22:13:14
Pior do que a altura dos decibéis, é o péssimo atendimento do local.
 
José Alves em 06/07/2013 19:21:03
ESTA CIDADE ESTÁ EM TEMPOS DE DITADURA MESMO, SÓ FALTA O TOQUE DE RECOLHER, NÃO EXISTE NADA QUE POSSA DISTRAIR AS PESSOAS, E ESTE BAR NEM FICA ATÉ ALTAS HRAS, UMA POUCA VERGONHA MESMO PROIBIR, UM ABSURDO MESMO, NEM TEM TANTAS RESIDÊNCIAS ALI E AS QUE TEM JÁ ESTÃO MAIS QUE ACOSTUMADA, VAMOS RESPEITAR O DIREITO DA PROPRIETÁRIA GANHAR O PÃO DELA COM TRABALHO HONESTO.. TO TAMBÉM DE SACO CHEIO DESSE POVO DAQUI QUE QUALQUER COISA É MOTIVO PRA ACIONAR A JUSTIÇA.. AH VÃO SE PREOCUPAR EM CALAR A BOCA DESTES POLÍTICOS QUE FAZEM MAIS BARULHO EM CAMPANHAS DO QUALQUER OUTRA COISA.. DEIXA O BAR FUNCIONAR .. CHEGA DE MEIA DÚZIA MANDAR NESSA CIDADE VIU ?
 
JOVELINA BASTOS MAFFEI em 06/07/2013 17:10:19
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions