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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

11/04/2011 20:40

UFMS admite segurança precária e reforça vigilância depois de episódio de estupro

Paula Maciulevicius e Ítalo Milhomem

Reunião contou com a participação da Polícia Civil, vice-reitoria, chefe de segurança da Universidade, DCE e alunos

Durante a reunião acadêmicos expuseram a preocupação e o medo que sentem pela falta de segurança dentro da Universidade. Cerca de 30 alunos, delegado da Depac Piratininga Fernando Lopes Nogueira, vice-reitor João Ricardo Tognini, chefe de segurança Milton de Alcântara e o prefeito do Campus, Jair Sartorelo participaram da conversa que apresentou medidas a serem tomadas a partir de amanhã.

A Universidade admitiu o fato de a segurança ser precária e informou que vai ampliar o período de vigilância dentro do campus, além de agilizar o projeto de instalação de câmeras.

Uma estudante de nutrição, de 56 anos relatou que na ultima quinta-feira (7) por volta das 16h30, quando atravessava a ponte perto de onde ocorreu o estupro esta manhã, foi abordada por dois homens armados, mas conseguiu ignorá-los e sair de lá sem ser roubada.

Diante disso a Universidade revelou que o número de seguranças não atende a demanda. São seis funcionários concursados por turno e mais 11 terceirizados. A UFMS falou ainda que não há verba para o custeio de mais funcionários terceirizados e que as vagas de seguranças efetivos foram extintas.

Para o chefe de segurança Milton de Alcântara a questão da extinsão das vagas é um erro do MEC (Ministério da Educação) ao extinguir da legislação, mas que já foi verificado o equívoco. O Sindicato da classe vai requerer concurso para segurança.

Durante a reunião, a administração da UFMS não soube informar qual seria o número ideal de trabalhadores na segurança, eles afirmam que é preciso discutir para se chegar a um número. E que isso somente será possível depois da formação de uma comissão que estude o caso.

A vice-reitoria ainda se manifestou dizendo que a Universidade ofereceu toda a estrutura necessária para atender a acadêmica violentada. Segundo o vice-reitor João Ricardo Tognini, a aluna foi socorrida e teve assistente social e psicóloga a disposição. Ele completa que a instituição disponibilizou um motorista para levar a vítima para registrar boletim de ocorrência e fazer os exames necessários.

O vice-reitor admite que a segurança não é a adequada, mas afirma que “esses são os entraves da falta de recurso”. Segundo ele, o ministro da Educação, Fernando Haddad entrou em contato com a Universidade através de uma ligação telefônica demonstrando solidariedade à vítima.

O DCE da Universidade vai acionar a Secretaria Especial de Defesa Às Mulheres, em Brasília para acompanhar o caso.



Falta de verba pra contratar segurança?
Verba pra contratar 2 seguranças 24 horas SÓ pra QUERIDA reitora tem!

E outra! Tem verba pra colocar onibus circulando dentro da UFMS, gastando com gasolina, motorista e tudo mais, mas não tem verba pra contratar segurança? AAAAAHHH POR FAVOR NÉ!

e confirmo o comentário do igor oliveira!

A reitoria ta lá, novinha e bem cuidada... perfeita.

Já o resto da universidade está toda acabada
Gastaram dinheiro pra acabar com as goteiras, infiltrações, etc. 2 meses depois já está chovendo mais dentro da universidade do que fora! Gastam dinheiro com coisas inúteis ou com coisas maus feitas.
PURA INCOPETENCIA!
 
Thais Soares em 20/04/2011 01:45:53
É fato que as vagas para segurança nas IFES foram extintas, me espanta a quantidade de seguranças da UFMS. Cito como exemplo a UFPE, aqui em PE a universidade tem uma diretoria de segurança e o quadro é de aproximadamente 350 seguranças, além de uma firma terceirizada que nos dá suporte, já que os seguranças das IFES não podem portar armas. O erro parte do Governo federal na medida em que extingue um cargo essencial nos dias de hoje. Os que trabalham na área, não podem usar um equipamento primordial para poder prestar um serviço de qualidade.
 
Manoel Lopes em 12/04/2011 11:41:02
eu sou servidora na ufms, e nos ultmos meses, esta area, nhu, ufms, bairros adjecentes, esta terrivel,todo dia acontece um assalto em plena luz do dia, os moleques entram em salao de beleza, casa, e no ponto de onibus, pra quem trabalha, mora ou estuda por aqui, ta dificil andar tranquilo , quando vc assusta tem um encostando revolver em voce, levando seus pertences... isso porque tem delagacia por perto, imagina se não tivesse...
que DEUS NOS AJUDE!!!
 
ivonete paulo em 12/04/2011 09:46:54
O vice-reitor admite que a segurança não é a adequada, mas afirma que “esses são os entraves da falta de recurso”.

falta de resussos? Explique então a reitoria novinha e bem cuidada, aquela rosa dos ventos inutil na calçada, entre outros gastos!

Falta de recursos é o meu pé, isso é mal uso e descaso dessa reitoria incopetente e inutil.
 
igor oliveira em 12/04/2011 08:25:10
"A UFMS falou ainda que não há verba para o custeio de mais funcionários terceirizados e que as vagas de seguranças efetivos foram extintas."

Isso é uma piáda de péssimo gosto!
Quando eu estudava na UFMS a seguranca(falta de) já era um grande problema por lá, e sempre que acontece algo eles dizem que vão melhorar as coisas ou que não há verbas...
 
Ruyter kohelleth em 11/04/2011 10:45:34
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