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Política

Deputado volta a defender PEC 300 e lembra de policiais mortos em ação

Por Leonardo Rocha | 22/11/2013 07:58
Deputado destaca que policias precisam ser valorizados, já que precisam lidar com condições adversas todos os dias (Foto: Divulgação)
Deputado destaca que policias precisam ser valorizados, já que precisam lidar com condições adversas todos os dias (Foto: Divulgação)

O deputado estadual Cabo Almi (PT), presidente da comissão de segurança da Assembleia, defendeu durante toda a semana no legislativo o apoio a PEC 300 (Proposta de Emenda Constitucional) que visa fixar um piso nacional aos policiais baseado nos rendimentos dos profissionais de Brasília.

Ele destacou que a classe não é valorizada, apenas de todo empenho e de ter vários policias mortos durante o exercício da profissão.

“Temos vários exemplos que devem ser citados, entre eles este policial do Estado que morreu em Rondônia durante ação pela Força Nacional, o poder público deve valorizar mais estes profissionais”, destacou ele.

De acordo com Almi, o foco das ações do governo federal, assim como do executivo estadual estão nas obras, saúde e educação, esquecendo da segurança.

“É só lembrar do projeto dos royalties que visa destinar os recursos a saúde e educação, porque não incluir a segurança? Vivemos hoje uma onda nacional de violência, mas não há ação”, apontou ele.

Em relação a PEC 300, o deputado destacou as condições de trabalho e os riscos que o profissional da segurança precisa lidar todos os dias.

“Estamos perdendo policias constantemente no país e mesmo assim parece que o segmento não é tão importante, o salário é baixo e não há perspectiva de melhora”, ressaltou ele.

Salários – De acordo com o presidente da ACS (Associação dos Cabos e Soldados da Polícia Militar e Bombeiro Militar de Mato Grosso do Sul), Edmar Soares da Silva, o piso sugerido pela classe é a policias de Brasília que recebem R$ 4.700,00, no entanto não descarta uma negociação.

A Presidente Dilma Rousseff vem se empenhando junto a sua base aliada para que o projeto não seja aprovado, já que pode custar até R$ 60 bilhões aos cofres do governo.

Os defensores da proposta destacam que os estados não terão que arcar com estas mudanças de salários, já que existe uma emenda dentro da PEC 300 que prevê a criação de um Fundo Federal para auxiliar os estados para complementar os rendimentos.

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