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Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Outubro de 2017

20/11/2013 14:26

Entidades cobram afastamento de delegado de conflitos por terras

Lidiane Kober e Bruno Chaves

Em documento encaminhado à Ouvidoria Agrária Nacional, assinado por representantes de 90 entidades, integrantes de movimentos sociais pediram o afastamento do delegado da Polícia Federal, Alcídio de Souza Araújo, “do comando ou participação de toda e qualquer operação em áreas indígenas”.

O delegado, segundo as entidades, conduziu a ação de reintegração de posse da Fazenda Buriti, que resultou na morte de um índio. Eles também alegam “declarações agressivas” vindas do policial. Araújo teria se recusado a conversar com representantes do Cimi (Conselho Indigenista Missionário), por desconhecer a entidade.

Ainda no documento, as entidades cobram a vinda “imediata” do ouvidor agrário nacional, desembargador Gercino José da Silva Filho, a Mato Grosso do Sul “para evitar novas tragédias”, diante do “risco de violência”, principalmente, em Japorã, Dourados e Miranda.

Os movimentos sociais também apelam pela “celeridade no processo de demarcação de terras da Fazenda Chaparrau, em Japorã” e por “gestão regular de entregas de alimentos”.

“O documento é uma forma de pressionar o governo a encontrar uma solução para o conflito por terra no Estado. Cada dia que passa, o clima está mais tenso”, disse o presidente da Fetems, Roberto Botarelli.




Sonia Pavão, seu comentário é no mínimo preconceituoso, e fora de contexto; o que demostra seu total despreparo e ignorância do tema. Procure se informar, pois, comparar uma comunidade indígena em busca de um direito natural, com uma comunidade carcerária é total ignorância.
 
Fernando Marques em 21/11/2013 08:36:44
Após a morte de Oziel, houve a abertura de processo por determinação direta do sr. ministro. No caminhar das investigações foram ouvidos testemunhas oculares e que estavam junto com o índio no momento em que foi atingido mortalmente e todas essas testemunhas indicaram que foi esse o delegado que atirou em direção ao grupo e que matou o índio. Provavelmente o inquérito concluiu por essa linha de investigação, mas provavelmente nunca saberemos devido ao corporativismo na DPF. Isso não significa que a pedido do CIMI ou outra ONG qualquer, possa pedir o afastamento desse ou daquele servidor, não é de sua competência. Há menos que já tenham em mãos o conclusão desse inquérito.
 
samuel gomes-campo grande em 20/11/2013 21:25:57
Podemos pedir afastamento imediato do ministro da saúde, tendo em vista que a mesma esta um caos no Brasil?
 
Alex andré de souza em 20/11/2013 15:09:27
estas entidades não podem decidir em uma questão muito importante aonde envolvem um grande movimento social. Enquanto movimento indigena, repudiamos estas manifestão, porguanto a participação do Sr. Delegado nos conflitos tem sido de grande valia,pela sensibilidade, responsabilidade com as questões, que o mesmo tem demonstrado.
 
marcio justino marcos em 20/11/2013 15:04:41
Já pensou, seria o mesmo que dar tais direitos à presidiários, que escolhem seus 'cuidadores"
 
Sonia Pavão em 20/11/2013 14:57:10
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