Arara-canindé é resgatada após ficar presa em cerca elétrica
Equipes da PMA-MS e Bombeiros realizaram o resgate do animal
Uma arara-canindé ficou presa em uma cerca elétrica na Avenida Manoel da Costa Lima, nas proximidades da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, nesta sexta-feira (28). Ferida, a ave permaneceu no local enquanto moradores acompanharam a situação e tentaram manter a segurança do animal.
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Diante da espera pelo atendimento, moradores chegaram a subir no telhado de um imóvel e cortaram parte da cerca elétrica para tentar ajudar a arara. Mesmo com a intervenção, o animal continua no local devido aos ferimentos.
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João Guilherme Brabo Coelho, 26 anos, procurou o Campo Grande News pelas redes sociais e relatou frustração com a demora no atendimento por parte dos órgãos responsáveis pela proteção ambiental, que foram acionados por volta de meio-dia.
A PMA-MS informou que o atendimento costuma demorar em situações em que o animal se encontra em local de difícil acesso, principalmente em altura. Em casos como esse, as equipes da PMA necessitam do apoio de outros órgãos e instituições especializados nesse tipo de atendimento, priorizando a segurança do animal e da equipe. O Instituto Arara Azul também é um parceiro que atua no resgate de aves em altura.
A ave foi resgatada pelo trabalho conjunto entre as equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar Ambiental. O animal foi encaminhado ao CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) para receber o atendimento veterinário necessário e, aparentemente, não apresenta ferimentos.
Outras aves mortas - O caso ocorre na mesma semana em que moradores da Vila Alba encontraram quatro aves mortas na região. Há suspeita de que os animais possam ter sido atingidos por disparos de chumbinho, mas a causa das mortes ainda não foi confirmada.
A PMA iniciou uma investigação para apurar as circunstâncias das mortes. O registro também foi encaminhado à Decat (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista), que ficará responsável pela investigação.
Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem através das redes sociais. Também é possível entrar em contato pelo canal Direto das Ruas.


