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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

13/10/2015 12:30

João Rocha considera que Câmara já cumpre recomendação do MP

Antonio Marques
João Rocha (centro) considera que os cinco membros da Comissão de Ética não são investigados na operação Coffee Break (Foto: Antonio Marques)João Rocha (centro) considera que os cinco membros da Comissão de Ética não são investigados na operação Coffee Break (Foto: Antonio Marques)

O presidente da Comissão de Ética, João Rocha (PSDB) considera que a Câmara Municipal já estaria cumprindo a recomendação do MPE (Ministério Público Estadual) e os vereadores investigados na operação Coffee Break não fazem parte da Comissão e, por isso, não há necessidade de afastamento de qualquer membro e os trabalhos vão continuar normalmente, com as reuniões sempre às quartas-feiras.

Rocha reiterou que na criação da Comissão de Ética os vereadores tomaram todos os cuidados para evitar que parlamentares investigados pudessem compor a Comissão. “Hoje pela manhã recebi a informação sobre o ofício do Ministério Público que chegou na Casa no final da tarde de sexta-feira reiterando o primeiro ofício”, ressaltou ele, declarando que nenhum dos nove vereadores que são alvos da Comissão fazem parte da mesma.

Conforme o presidente da Comissão, nesta quarta-feira haverá reunião normalmente seguindo o calendário de trabalho. Além de João Rocha, compõem a Comissão os vereadores Chiquinho Teles (PSD), vice-presidente; Vanderlei da Silva Matos, Vanderlei Cabeludo (PMDB); Ayrton Araújo (PT) e Herculano Borges (SD). Na semana passada, os investigados foram citados para enviarem a defesa prévia por escrito em 10 dias, prazo que vence no próximo dia 18.

A Comissão de Ética e Decoro Parlamentar foi criada no dia 8 de setembro para investigar a possível quebra de decoro de nove vereadores, Mario Cesar (PMDB); Edil Albuquerque (PMDB); Airton Saraiva (DEM); Waldecy Batista Nunes (PP), o Chocolate; Gilmar da Cruz (PRB); Carlos Augusto Borges (PSB), o Carlão; Edson Shimabukuro (PTB); Paulo Siufi (PMDB) e Jamal Salem (PR), que são alvos no inquérito do MPE na operação Coffee Break, que apura a possível compra dos parlamentares para cassar o prefeito Alcides Bernal (PP), em março de 2014.



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