15/03/2019 17:32

Pedestres alertam para falta de manutenção em pontilhões na Orla Ferroviária

Madeiras faltando, calçadas quebradas e trechos sem grade são alguns dos problemas encontrados no local

Liniker Ribeiro
Buraco em deck expõe vigas do pontilhão por onde pedestres passam (Foto: Kisie Aionã)Buraco em deck expõe vigas do pontilhão por onde pedestres passam (Foto: Kisie Aionã)

Para quem caminha constantemente pela Orla Ferroviária, em Campo Grande, os pontilhões para pedestres localizados nos cruzamentos da Avenida Calógeras com as Ruas Maracaju e Antônio Maria Coelho, necessitam urgentemente de manutenção. No local, a falta de madeiras na ponte, calçadas quebradas e grades arrancadas chamam atenção.

A reclamação chegou ao Campo Grande News por meio do canal Direto das Ruas. Para um leitor que trabalha na região e passa todos os dias pelo local, a situação pode, inclusive, acabar afetando futuramente a estrutura dos pontilhões.

Até quem passa por baixo, pela Maracaju, se sente apreensivo. “Todos os dias passo ali debaixo, vai que aquilo cai. Ciclistas também passam ali”, Fernando de Souza, de 23 anos

 

Faltam grades de proteção em parte alta da Orla Ferroviária (Foto: Kisie Ainoã)Faltam grades de proteção em parte alta da Orla Ferroviária (Foto: Kisie Ainoã)

Fotos tiradas nos dois pontos mostram que a falta de manutenção afeta até mesmo o trajeto entre os dois pontilhões. Além da falta de madeira por onde os pedestres passam, o que cria um buraco e pode provocar acidentes, falhas na calçada e trechos altos da orla sem proteção de grades, se tornam um problema para os pedestres.

“Esses dias um caminhão passou por baixo e arrancou refletores”, revela o leitor. Não é difícil encontrar na região quem ressalte a falta de manutenção. Mas também há quem aponte problemas devido ao desrespeito de quem frequenta ou passa pelo local.

“O poder público precisa melhorara na manutenção, mas as pessoas também precisam cuidar para não jogar tanto lixo. A gente vê plásticos, tampinhas de garrafas, várias coisas que podem, até mesmo, contribuir para a proliferação do Aedes Aegypti”, observa a advogada Fernanda Barbieri, de 37 anos.

Questionada, a prefeitura afirmou que todas as reclamações serão encaminhadas ao setor responsável da SISEP (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) para Providências.

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Fernanda Barbieri, advogada, durante entrevista (Foto: Kisie Ainoã)Fernanda Barbieri, advogada, durante entrevista (Foto: Kisie Ainoã)
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